Quem é o Dalai Lama?
O Budismo é a quarta maior religião do mundo, com cerca de 375 milhões de seguidores. Essa tradição é composta por várias seitas, filosofias ou escolas. Uma delas é o Budismo Tibetano, uma religião exilada, forçada a abandonar a sua terra natal após a conquista do Tibete pelos chineses. O líder do Budismo Tibetano é o Dalai Lama, que vive exilado na Índia desde que fugiu da ocupação chinesa, em 1959.
Devido à proeminência mundial do Dalai Lama, a maioria das pessoas já ouviu falar sobre o Budismo Tibetano. Essa forma de Budismo é uma das mais complexas, pois está ligada à antiga religião espiritual do planalto tibetano. Contudo, o objetivo principal do Budismo Tibetano é o mesmo de outras vertentes da religião: alcançar a iluminação e entrar no Nirvana, isto é, libertar o eu espiritual do apego às coisas mundanas.
O Budismo Tibetano concentra-se em seus monges, chamados “lamas”. Por essa razão, também reconhece uma multiplicidade de Budas e Bodhisattvas — seres que atingiram a iluminação, dignos do Nirvana, mas que permanecem no mundo para ajudar outros — além de suas consortes. Os lamas empregam diversas técnicas de meditação, incluindo o uso de mandalas (diagramas espirituais) e rodas de oração. O Dalai Lama é o mais elevado desses lamas. Um aspecto interessante é que, sempre que o Dalai Lama falece, os budistas tibetanos acreditam que ele renasce na forma de um bebê, e os responsáveis pela religião procuram por essa criança, que deve apresentar determinadas marcas distintivas, para que ela se torne o novo Dalai Lama.
O atual Dalai Lama, Tenzin Gyatso, é o 14º da linhagem. Seu nome verdadeiro é Lhamo Thondup. Nascido em 1935 e “descoberto” em 1937, ele adotou o nome Tenzin Gyatso e tornou-se o chefe político do Tibete em 1950. Em 1959, diante da ocupação chinesa, ele deixou o Tibete para estabelecer um governo no exílio. Em 1989, o Dalai Lama foi agraciado com o Nobel da Paz.
A maioria dos budistas reconhece Jesus como um “mestre iluminado”, mas não como o Filho de Deus. Em uma entrevista, o Dalai Lama afirmou que Jesus viveu outras vidas e que seu propósito foi transmitir uma mensagem de tolerância e compaixão, ajudando as pessoas a se tornarem seres humanos melhores. Esse ponto, porém, revela o problema central com o Dalai Lama e com o Budismo como um todo. Ainda que alguns aspectos da mensagem do Dalai Lama sejam inegavelmente positivos e que a maioria dos budistas seja constituída por pessoas de bom coração, a rejeição do Jesus bíblico ofusca qualquer característica positiva desta religião.
As Escrituras revelam que Jesus é Deus na forma humana, sacrificado pelos pecados do mundo. Sim, Jesus ensinou compaixão, mas esse não foi o motivo principal de Sua vinda. Ele veio para conceder salvação a todos aqueles que o recebem como Salvador. Jesus morreu para pagar a penalidade pelos nossos pecados, oferecendo-nos salvação, pois somos incapazes de nos salvar por conta própria. Por rejeitar explicitamente essa verdade, o Dalai Lama é considerado um falso profeta, e o Budismo, uma religião falsa. No que diz respeito aos aspectos fundamentais, o Dalai Lama, infelizmente, não é iluminado.






