Pergunta
Resposta
Jesus, em resposta à pergunta dos fariseus “Quem você pensa que é?”, disse: “O seu pai Abraão se alegrou ao pensar em ver o meu dia; ele o viu e se alegrou.” Os judeus replicaram: “Você ainda não tem cinquenta anos e já viu Abraão!” “Eu lhes digo a verdade”, respondeu Jesus, “antes de Abraão nascer, EU SOU!” Diante disso, eles pegaram pedras para apedrejá-lo, mas Jesus se escondeu, escapando dos limites do templo.

Se Jesus quisesse apenas afirmar que existia antes do tempo de Abraão, Ele teria dito: “Antes de Abraão, eu existia.” As palavras gregas utilizadas – “existia”, referindo-se a Abraão, e “sou”, referindo-se a Jesus – são bem diferentes. Enquanto Abraão foi “criado”, Jesus existia eternamente. Não há dúvida de que os judeus entenderam o que Ele estava dizendo, pois pegaram pedras para matá-lo por se igualar a Deus. Tal declaração, se não fosse verdadeira, seria considerada blasfêmia, e a Lei Mosaica previa a morte como punição. Contudo, Jesus não cometeu blasfêmia; Ele foi e é Deus, a segunda Pessoa da Divindade, igual ao Pai em todos os aspectos.
Jesus utilizou a mesma expressão “EU SOU” em sete declarações sobre Si mesmo. Em cada uma delas, Ele associa “EU SOU” a poderosas metáforas que revelam Sua relação salvadora com o mundo, conforme registrado no Evangelho de João. São elas:
- EU SOU o Pão da Vida;
- EU SOU a Luz do Mundo;
- EU SOU a Porta das Ovelhas;
- EU SOU o Bom Pastor;
- EU SOU a Ressurreição e a Vida;
- EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida;
- EU SOU a Videira Verdadeira.






