O que é o Conselho Mundial de Igrejas (WCC)?

O que é o Conselho Mundial de Igrejas (CMI)?

O Conselho Mundial de Igrejas é uma confraria interdenominacional e internacional de igrejas cristãs. Denominações presentes no CMI incluem as principais igrejas protestantes, anglicanas e as igrejas ortodoxas orientais. O CMI é intencionalmente ecumênico e inclusivo.

Fundado em Amsterdã, em 1948, o Conselho Mundial de Igrejas tem sua sede atual em Genebra, na Suíça. Ele reúne igrejas de mais de 110 países e territórios, representando mais de 560 milhões de indivíduos.

O objetivo declarado do CMI é “perseguir o objetivo da unidade visível da Igreja. Isso envolve um processo de renovação e mudança no qual as igrejas membros oram, adoram, discutem e trabalham juntas” (segundo o site oficial do conselho). De fato, há muitos escritos sobre a unidade em Cristo e no Espírito Santo nas publicações do CMI. Contudo, essa unidade é buscada às custas da verdade absoluta da Palavra de Deus.

Por exemplo, o Conselho Mundial de Igrejas aceita a ordenação de mulheres, aprova a ordenação de homossexuais praticantes e tolera uma variedade impressionante de crenças consideradas heréticas. Em uma conferência “Re-Imagining” realizada em Minneapolis, em 1993, a secretária-geral adjunta do conselho, Mercy Oduyoye, ensinou que todos temos “mães espirituais” que nos vingam e que os espíritos dos mortos nos cercam “no farfalhar das árvores, no gemido das florestas, na gritaria da relva, no murmúrio das rochas.” Na mesma conferência, Kwok Pui-Lan, uma membro do CMI, definiu a salvação como “extrair o que há dentro de você” e chegou a citar os evangelhos gnósticos, justificando o uso de tais textos com o argumento de que, como foram os homens a decidirem o cânon da Bíblia, ela não estava obrigada a aceitá-lo.

Historicamente, o Conselho Mundial de Igrejas tem sido liderado por pessoas que defendem a teologia liberal e promovem políticas sociais “progressistas” (como o aborto) e agendas políticas de esquerda.

Embora nem todas as igrejas membros do CMI concordem com a posição do conselho em todas as questões, e haja muitos crentes genuínos dentro dele, a disposição do CMI em tolerar desvios das doutrinas fundamentais é motivo de preocupação. Sim, o Senhor deseja que Sua igreja seja unida (João 17:22), mas não à custa dos princípios básicos da fé. A verdade empunha a espada da divisão (Mateus 10:34).

O capítulo 17 do Apocalipse descreve simbolicamente um sistema religioso apóstata dos tempos finais. Os membros apóstatas do Conselho Mundial de Igrejas não terão dificuldade em se unir à igreja falsa dos últimos dias, seguimento o espírito do ecumenismo e da inclusão.

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