O que é religiosidade?
“Religiosidade” pode significar “piedade” ou “o estado de ser religioso”; no entanto, para os fins deste artigo, consideraremos a definição secundária de “a encarnação exagerada de certos aspectos da atividade religiosa”. Ser religioso, nesse sentido, é ser “excessivamente ou sentimentalmente religioso” ou praticar sua religião de maneira intrometida. Assim, a religiosidade é caracterizada pelo envolvimento excessivo em atividades religiosas. Geralmente envolve um zelo extremo que vai além das normas da própria fé, representando mais do que apenas a afeição pela religião – trata-se de uma afetação religiosa. Normalmente, a religiosidade reflete mais as crenças individuais do que os princípios da organização religiosa em si. Outro termo, embora menos comum, é “religiosidade superficial”.
Em resumo, a religiosidade é um conceito usado tanto por cristãos quanto por não cristãos para se referir a uma prática religiosa exagerada. Ela representa uma devoção inadequada aos rituais e tradições de uma religião, algo que nunca deveria caracterizar um seguidor de Jesus Cristo, mas que, infelizmente, por vezes ocorre. Sempre que um cristão desvia o foco de um relacionamento pessoal com Jesus, pode acabar caindo na religiosidade. Muitas vezes, torna-se mais fácil seguir as regras, rituais e tradições do que manter um relacionamento apaixonado com o Senhor.
Como evitar a religiosidade? Tudo se resume a perspectiva e à prioridade. Qual é a prioridade: adorar e seguir o Senhor Jesus Cristo ou cumprir os rituais de uma organização religiosa? E qual é a perspectiva: servir a Deus para “ganhar” Seu amor ou para ser visto e admirado por outras pessoas, ou, em vez disso, servir a Deus por amor e gratidão pela salvação maravilhosa que Ele proporcionou? Não são a religião, o ritual ou a tradição que representam o problema, mas sim a atitude por trás da prática religiosa.






