Temas Cristãos em O Último Combate
Nomeado de acordo, O Último Combate é o capítulo final da série “As Crônicas de Nárnia”, escrita por C. S. Lewis. Na história, uma esperta macaca e um jumento nem tanto se deparam com a pele de um leão. Enquanto o jumento enxerga aquilo apenas como uma curiosidade, seu companheiro percebe uma chance de lucro: com alguns pontos estratégicos, o jumento poderia ser transformado para se parecer com um leão—não um leão comum, mas o grande Aslam!
O engano prevalece, e as criaturas desalentadas de Nárnia são ludibriadas por esse Aslam falso, que, por meio de suas declarações, começa a entregar a terra e seus habitantes às mãos dos inimigos.
Lewis não foi apenas um exímio contador de histórias; ele também se destacou como um brilhante apologista cristão, que acreditava genuinamente nas escrituras proféticas. O renomado professor de Oxford iniciou sua carreira acadêmica como um fervoroso ateu, mas uma análise minuciosa da Bíblia o levou, em suas próprias palavras, a se tornar “o convertido mais relutante de Londres”. Pouco há de autores cristãos que sejam citados ou estimados com tamanha reverência quanto C. S. Lewis.
O Último Combate simboliza o clímax do reinado de terror do Anticristo, quando o Rei Jesus retorna triunfalmente para estabelecer Seu reino mundial a partir de Jerusalém, conforme descrito nas passagens proféticas. O autor nos presenteia com uma poderosa alegoria que representa a Segunda Vinda do Senhor, dispensando detalhes especulativos sobre os momentos anteriores, durante e posteriores à tribulação.
A narrativa é repleta de suspense, reviravoltas e imaginação, cativando não apenas os corações e mentes dos jovens leitores, mas também de adultos.






