Os amorreus foram uma antiga nação mencionada com frequência no Antigo Testamento. Descendentes de um dos filhos de Canaã, eles também eram conhecidos em inscrições antigas como Amurra ou Amurri. A “terra dos amorreus” abrangia regiões como a Síria e Israel, e algumas das montanhas do sul da Judeia eram chamadas de colinas dos amorreus.
Dois reis amorreus, Sihon e Og, foram derrotados pelos israelitas sob a liderança de Moisés. Em Josué, cinco reis amorreus foram vencidos pelo povo de Israel, resultando em uma vitória decisiva. No tempo de Samuel, existia paz entre Israel e os amorreus.
Menos de um século depois, o rei Salomão forçou os amorreus remanescentes à escravidão, alistando-os como servos, pois não foram totalmente destruídos. Os amorreus são mencionados pela última vez no livro de Amós, e acredita-se que tenham sido extintos ou absorvidos pela cultura israelita.
Reconhecidos como guerreiros temíveis em sua época de esplendor, os amorreus demonstravam força militar e grande número. Moisés descreveu Og, o rei amorreu, como um homem de estatura imensa, cujo leito media cerca de 4 metros de comprimento. Porém, apesar de seu poderio, foram destruídos por adorarem deuses falsos – o que representou o juízo divino sobre uma cultura pagã.
Lições dos amores:
- A singularidade de Deus: Apenas o único e verdadeiro Deus é digno de adoração, pois os ídolos e falsos deuses não se comparam ao Deus onipotente.
- A oportunidade do arrependimento: Deus oferece às nações a chance de se arrepender antes do juízo. Embora os amorreus tenham tido amplas oportunidades para afastar-se da idolatria, rejeitaram a bondade e a paciência divinas, o que culminou em um juízo severo com consequências eternas.






